Como vender online

Se quiserem ver como vender online, podem passar já para o capítulo seguinte mais em baixo. Mas nós queremos fazer uma introdução e como precisávamos de meter à bruta a long tail keyword “como vender online” logo na primeiro parágrafo decidimos fazer esta pré-introdução.

Passemos agora à real introdução sem keywords.

A Máquina de Escrever esteve nos primórdios do Marketing Digital e Mobile Marketing. Fomos Gestores de Produto WAP (Wireless Application Protocol) onde escrevemos requisitos para inúmeras aplicações. Ao mesmo tempo desenhamos produtos para os primeiros portais de internet portugueses. Mas, apesar de todas as Máquinas de Escrever já trabalharem no mundo digital há muitos anos, no que toca a Marketing somos retro. Em Marketing Digital ainda está a palavra Marketing, ou seja, antes de passarmos directamente para a parte web temos de perceber o que é o marketing.

E o Marketing para nós é simples: Marketing é encontrar a melhor forma de vender mais. 

Desde os primórdios os marketeers complicaram muito para venderem os seus serviços e livros. Primeiro com os 4 P’s (sim ainda somos do tempo que só havia 4 P’s). Agora com estratégias de branding e nomes como SEO, PPC, CTA, bounce rates, SERP, etc.

Actualmente há milhares de artigos espalhados pela internet a explicar como vender online e enriquecer (carrega a keyword outra vez!).

Mas como dizia o meu professor de Marketing II, na UNL, Diogo Rezende:

Marketing é bom senso.

Mas como bom senso é uma coisa rara, principalmente quando gerimos um negócio pequeno. Por isso foram criados mecanismos para ensinar as pessoas alguns procedimentos para incutir bom senso nos supostos marketeers.

Só dizer que somos marketeers dá logo uma granda pinta. Só esta razão faz logo com que o marketing ganhe popularidade. Claro que há outros factores importantes num departamento de Marketing. Mas o marketing é apenas uma das componentes do processo de vendas. Tudo o que fazemos nas nossas empresas é para maximizar o lucro. Isso implica:

  1. Reduzir custos
  2. Aumentar vendas.

Por isso ou estamos do lado financeiro a controlar custos ou estamos do outro lado a tentar vender. Por isso dizemos que:

Um marketeer não passa de um vendedor.

Mas dizer que somos vendedores não dá tanta pinta, pois não? Se um marketeer não sabe vender então só está a criar entropia ao processo de venda. Se o foco dele são vendas, então vai começar a simplificar processos em vez de os complicar. Porque quanto mais complicamos, menos tempo temos para fazer o que devemos: vender.

Antes do Digital há o Marketing

…excepto em Inglês, porque eles dizem tudo ao contrário e insistem em guiar à esquerda. Mas antes de pensarmos no mundo digital temos que pensar no marketing tradicional.

Aqui vai a estratégia de marketing da Máquina de Escrever:

  1. Temos produto?
  2. Temos mercado?
  3. Como vendemos o nosso produto ao mercado?

Após esta brilhante estratégia de marketing simplificada podemos passar a uma quarta questão para o meio digital

4.  Como vender online o nosso produto? (mais keywords metidas)

A fórmula mágica para vender online

Se saltaram a introdução estão perdoados. Como isto não é pornografia ou sobre futebol (no caso das mulheres gatos fofinhos ou roupa) compreendemos o interesse reduzido da vossa parte.

E agora, para vossa desilusão, aqui vai a fórmula mágica de como vender online (gostaram desta frase mais mal construída só para meter as keywords “como vender online” e como a meti outra vez neste parênteses?)

Seja online, seja porta a porta, seja retalho tradicional seja telemarketing, seja… enfim qualquer tipo de vendas a fórmula é sempre igual:

obter a atenção no marketing digital

Agora vamos acrescentar mais um ponto à fórmula. Há vários estudos que apontam inúmeros rácios, mas vamos por agora acreditar neste:

Custa 7 vezes mais angariar um cliente que fideliza-lo.

E, como somos marketeers, vamos agora complicar isto ainda mais um pouco.

As referências do mundo digital

As referências sempre foram um objeto de estudo. No escola antiga de marketing, o chamado “word of mouth” era sempre o mais procurado mas ninguém sabia o que se dizia. Podíamos fazer estudos de mercado mas desconhecíamos a realidade pura e dura.

Word of mouth no marketing da velha guarda?

Por exemplo:

Quando eu ia a um restaurante com umas pataniscas excepcionais dizia, no dia seguinte no meu emprego, aos meus colegas para irem provar esta iguaria. Como eles sabem que eu sou gourmet (gordo, mas prefiro o pleonasmo), iam logo no dia seguinte provar as tais pataniscas.

Referências e críticas no mundo digital

Agora podemos ler tudo o que os consumidores dizem sobre o nosso produto. Isto são boas e más notícias.

Comecemos pelas más: 

–> Clientes descontentes, muitas vezes sem razão influenciam negativamente um potencial compra de uma pessoa completamente desconhecida.

E as boas:

–> Clientes contentes influenciam positivamente uma compra a um completo desconhecido.

–> Podemos usar as críticas negativas para melhorar o nosso produto. Podemos também saber quem disse o quê e resolver a situação e deixando uma opinião final positiva.

Isto parece básico e é. Se fosse difícil nós não conseguiríamos escrever sobre isto.

As referências são tão importantes que um site como o Ebay, com milhares de transacções diárias entre completos desconhecidos, garante a devolução do dinheiro em caso de fraude. Isto porque qualquer vendedor que queira continuar activo neste mercado precisa de boas referências para continuar a vender.

Isto leva-nos ao ponto 4 da nossa fórmula mágica:

No mundo de digital vivemos de críticas, testemunhos, referências, comentários, etc. Claro que também há os trolls, mas isso são efeitos secundários. Tudo isto é bom para angariar mais clientes e fidelizar os actuais. Também é bom para SEO, mas isso são outros 500 (podem ser mais, no caso do trabalho em SEO ser mais rebuscado, mas 500 paus é o normal de um trabalho de SEO básico).

Podem consultar o artigo sobre atenção para perceberem as oportunidades e dificuldades que as marcas têm no mundo digital. Assim já parecemos marketeers a falar.

Deixem os vossos comentários. Se gostaram, sobre outras coisas que querem que escrevamos ou até se não gostaram. Nós respondemos a todos, até porque a nossa vida é má e não temos mais que isto para fazer. Além disso, comentários, mesmo os maus, são bons para SEO, por isso carreguem aí com força.

NOTA: Obrigado à Amy Schummer, não só por ser uma referência para nós, como por ter servido de modelo para exemplificarmos melhor a nossa fórmula mágica de como vender online. (pimba, até no final do artigo levam com as keywords).